sexta-feira, 22 de julho de 2011

A MORTE DE UM HERÓI

Cansados e famintos após mais um plantão no 98º Distrito Policial de São Paulo, o delegado Leonardo Mendonça e o escrivão José Carlos Pereira saíram para comer alguma coisa na noite de quinta-feira.
Já tinham cumprido o expediente, mas ainda voltariam para a delegacia antes de irem pra casa. No meio do caminho, porém, avistaram dois homens suspeitos e iniciaram uma perseguição que terminou nas vielas da favela Jardim Pantanal, na zona sul de São Paulo. E caíram numa emboscada.
Ambos foram baleados sem chances de defesa. O bandido disparou através de um buraco na parede de um beco. Leonardo, que gostava de música caipira e tinha 29 anos, levou um tiro na cabeça. Zé Carlos foi atingido no braço e ainda tentou salvar o colega, que não resistiu e morreu a caminho do hospital.
Enquanto a polícia fecha o cerco aos assassinos, Leonardo e Zé Carlos aumentam as estatísticas de policiais mortos e feridos, seja durante o expediente normal, seja durante o que deveria ser a folga, já que o ofício de proteger a sociedade exige tempo integral.
Os números são espantosos. Em São Paulo, relatório da Secretaria de Segurança contabilizou no ano passado 60 mortos entre policiais civis, militares e guardas-civis municipais. No Rio de Janeiro foram assassinados 95!
Muitos perdem a vida quando estão fora do serviço oficial, por vezes trabalhando para particularespara tentar engordar o soldo minguado.
Em outras ocasiões, o simples fato de ser policial funciona como sentença de morte. Lembro do caso de um PM carioca no qual o uniforme dele funcionou como uma espécie de sentença de morte.
Ele estava chegando em casa, na Vila Isabel, quando deu de cara com quatro ladrões que tinham acabado de roubar um estacionamento. Mesmo armado, não teve tempo para reagir: os bandidos reconheceram a calça da PM e o executaram friamente, com onze tiros.
O maior número de casos, contudo, acontece quando os policiais estão de folga e acabam vendo algum crime sendo cometido. Reagem porque faz parte da profissão deles tentar defender a sociedade, garantir o patrimônio e a vida alheias. E morrem porque, mesmo mal pagos, mal aparelhados e até mal armados, são heróis em tempo integral. 
Homens e mulheres,que cuidam de nossa segurança,são mortos integralmente,homens como o delegado Leonardo Mendonça e o escrivão José Carlos Pereira,que servem de exemplo para os policiais corruptos,e maus,como aqules que mataram o menino JUAN de 11anos ,a esses que dão atè mesmo a vida pela nossa segurança,vai aqui a minha pequena homenagem.
Parabèns  a todos os policiais,que lutam pela nossa segurança,especialmente ao,delegado de policia  Leonardo Mendonça e o escrivão José Carlos Pereira,parabens pela bravura e dedicação,vocês vão ser lembrados sempre,por aqueles que lutam por justiça nesse pais. 
                                                PARABÈNS
                     Leonardo Mendonça e  José Carlos Pereira

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